• Sandra Carvalho

12 reações da turma de tecnologia contra o neonazismo, da Apple ao Spotify

A resposta das empresas de internet e TI ao neofascismo americano foi rápida.


Protesto em Washington contra supremacistas brancos | Foto: Ted Eytan/Wikimedia Commons

1. A Apple vai dobrar todas as contribuições de seus funcionários a grupos de defesa de direitos humanos até 30 de setembro.


2. A iTunes Store terá um sistema para receber doações a favor de ONGs que combatem os supremacistas brancos e o neonazismo.


3. Tim Cook, o CEO da Apple, mandou uma mensagem aos funcionários condenando o fanatismo e a equivalência entre supremacistas e nazistas e quem protesta contra eles. Vai doar 1 milhão de dólares a ONGs antinazistas.


4. Mark Zuckerberg avisou por um post que o Facebook vai tirar do ar tudo o que promove atos de ódio, inclusive o que aconteceu em Charlottesville. E, lembrando que é judeu, afirmou ser uma desgraça que ainda seja preciso dizer que neonazistas e supremacistas brancos estão errados.


5. A Spotify tirou do ar várias bandas que tinham sido marcadas como racistas há anos, mas contra as quais não agia.


6. O Twitter removeu contas ligadas ao site neonazista Daily Stormer.


7. O GoDaddy baniu o Daily Stormer de sua lista de domínios de internet.


8. O Google, onde o Daily Stormer tinha ido se refugiar, tomou a mesma medida logo depois.

9. O LinkedIn também tirou do ar uma página ligada ao Daily Stormer.


10. O Paypal está cancelando discretamente contas de grupos supremacistas como o Instituto de Política Nacional, depois de ser usado para levantar fundos para o evento racista de Charlottesville.


11. O Airbnb já tinha cancelado contas ligadas ao evento dos supremacistas brancos em Charlottesville antes mesmo de ele acontecer.


12. Os presidentes da Intel, Brian Krzanich, e da 3M, Inge Thulin, renunciaram ao conselho industrial que prestava consultoria ao presidente Donald Trump, em protesto contra suas declarações sobre Charlottesville. O presidente da Tesla, Elon Musk, já tinha pedido demissão quando Trump renegou o Acordo de Paris, relativo ao meio ambiente.


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