• Sandra Carvalho

Arranha-céus: 13 cidades avançam em direção ao espaço

Cidades como Shenzen, Dubai e Nova York puxam a tendência para os edifícios muito altos.


CTF em Tianjin: centro financeiro de 530 metros, construído em 2019 | Foto: Seth Powers/SOM/CTBUH

Os arranha-céus estão moldando as grandes metrópoles do mundo. Em 2019, surgiram 126 edifícios com 200 metros de altura ou mais no globo.


Entre eles, 26 tinham de 300 metros ou mais, sendo tecnicamente classificados de edifícios superaltos. O mais alto de todos foi um centro financeiro na China, em Tianjin, conhecido como Tianjin CTF Finance Centre, com 97 andares e 530 metros de altura.


O recorde dos recordes continuou com o Burj Khalifa, em Dubai, é claro, com seus extraordinários 828 metros. Ele foi concluído em 2010.


Os dados são do relatório de 2019 do Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano (CTBUH, na sigla em inglês).



Como se pode ver pelo gráfico, as cidades chinesas são as que mais estão construindo arranha-céus. Dos 126 entregues em 2019, 57 ficam na China, 45% do total.


A supremacia atual da China é indisputável, mas ela vem diminuindo o ritmo de construções de arranha-céus. Em 2018, em vez de 45%, os chineses tinham tido uma uma fatia de 63% dos edifícios altos novos.


Shenzen, no entanto, continua um fenômeno: a cidade, sozinha, completou mais arranha-céus em 2019 que qualquer outra cidade ou país do mundo: 15. Os Estados Unidos completaram 14 - e os EUA são o primeiro país, depois da China, que mais ergue arranha-céus.


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