• Sandra Carvalho

Até a Adobe virou as costas para o Flash

O fim está marcado para 2020, quando acabam upgrades e novos downloads.


Flash: enterro marcado | Foto: cc0 Pixabay

Demorou, mas aconteceu: a Adobe avisou hoje que vai matar o Flash. Será uma morte lenta - no fim de 2020. Só então a empresa vai parar de fazer upgrades e distribuir o produto.


Dispensado por vários browsers importantes - Chrome, do Google, o mais popular, Safari, da Apple, e Edge, da Microsoft - o Flash tem sido visto, nos últimos anos, mais como um

aborrecimento do que um plug-in útil. Mas tem muito legado na web que ainda depende dele.


A Adobe sugeriu que os criadores de conteúdo migrem para os novos formatos abertos, como HTML5, que desempenham as funções que antes tornavam o Flash necessário.


O Flash 1.0 surgiu em 1996, na Macromedia, uma empresa que a Adobe comprou em 2005.


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