• Sandra Carvalho

Burnout, a exaustão causada pelo estresse do trabalho

A síndrome do esgotamento profissional atinge quem trabalha sob grande pressão.


Burnout acontece quanto há stress crônico ligado ao trabalho | Foto: cc0 Verne Ho/Unsplash

A definição #burnout divide opiniões há anos. Seria uma doença ou não?


A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que a síndrome acontece quando existe estresse crônico no ambiente de trabalho e não se lida bem com isso.


Segundo o Ministério da Saúde, a síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com muita responsabilidade, como médicos, enfermeiros, professores, policiais e jornalistas.


A jornalista Izabella Camargo, ex-Globo, é sua vítima mais conhecida no país.


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Para os especialistas da OMS, o burnout é caracterizado por três dimensões. A primeira: sensação de falta de energia ou exaustão. A segunda: distância mental crescente do trabalho ou sentimentos negativos em relação ao trabalho. A terceira: eficácia profissional reduzida.


Nas listas da OMS, a síndrome de burnout, com código QD85, aparece como um problema associado ao emprego, um fator que influencia o estado de saúde das pessoas, mas não como doença. Seria um fenômeno ocupacional.


A expressão burnout (queimar até o fim, literalmente) surgiu nos anos 70, para caracterizar sintomas de exaustão emocional, mental e física causados por estresse excessivo e prolongado. O pai do conceito é o psicólogo Herbert Freundenberger, alemão naturalizado americano.


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