• Sandra Carvalho

Com toda tecnologia que tem, a Volvo se confunde com canguru

Os saltos do animal dão um baile nos sistemas de detecção terrestre da empresa.


Canguru: na estrada, o animal ainda não é identificado com precisão   |  Foto: cc0 Holdosi/Pixabay

A tecnologia de carros autônomos da Volvo, com radares e visão surround, mapas 3D na nuvem, scanners a laser com múltiplos feixes e sensores ultrassônicos ainda não consegue vencer um desafio prosaico: o canguru.


Na Austrália, detectar cangurus é essencial para uma direção segura. Nove entre dez acidentes de carro envolvendo animais acontecem com eles.


Mas é algo que, até agora, a Volvo não consegue fazer com precisão, conforme declarou seu diretor no país, Kevin McCann, ao Guardian. A razão está nos saltos do canguru.


Um técnico da empresa explicou o que acontece à emissora de TV australiana ABC.


O sistema de detecção da Volvo é terrestre, e quando o canguru salta e fica no ar, fica complicado avaliar a distância exata do animal.


A Volvo está confiante que em 2021, quando deve lançar seu primeiro carro autônomo, já terá resolvido todos os seus problemas com os cangurus.


Os carros da marca foram usados na estreia dos testes dos carros autônomos do Uber em San Francisco, e estão sendo testados com o nome do projeto, "Drive Me".


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