• Sandra Carvalho

Confiança de investidores, só ralando

Atrair investimentos diretos não é para qualquer um. E está ficando mais difícil para o Brasil.


Nova York: os Estados Unidos são os favoritos dos investidores globais | Foto: cc0 Carl Solder/Unsplash

O humor do mercado financeiro é tão volátil que costuma ser chamado de bipolar - pode passar em segundos da euforia à depressão e vice-versa. É só conferir a gangorra dos preços do dólar e das ações para ter o pulso da instabilidade.


A confiança de investidores para investimentos diretos num país é outra coisa - algo muito mais duradouro, de longo prazo, que não se conquista nem evapora de um segundo para outro.


Depende de uma infinidade de fatores - estabilidade política, impostos palatáveis, infraestrutura eficiente, boas condições de segurança, capacidade tecnológica, regras regulatórias transparentes, ausência de corrupção, custo adequado do trabalho, tamanho do mercado etc


O Índice de Confiança para Investimentos Estrangeiros Diretos da A.T. Kearney dá uma boa ideia do que importa. Atualmente, os 5 países que mais agradam aos investidores são todos altamente desenvolvidos: Estados Unidos, Alemanha, Canadá, Reino Unido e França.


No ranking dos 25 países preferidos, só entram três em desenvolvimento: Índia, China e México. O Brasil costumava frequentar nessa lista, mas em 2019 foi eliminado.


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