• Sandra Carvalho

Coronavírus: mais gente deve usar máscara médica, diz OMS

Idosos, diabéticos e cardíacos precisam de mais proteção, sugere a organização.


Máscaras: adesão aumenta | Cartaz: ONU/Unsplash

O uso de máscaras médicas, conhecidas como máscaras cirúrgicas, contra o novo coronavírus não deve ser mais monopólio dos profissionais de saúde.


A OMS passou a sugerir que essas máscaras sejam usadas também por pessoas de 60 anos para cima e um grupo grande de gente mais vulnerável.


A razão: máscaras médicas costumam ser bem mais eficientes do que as de pano para proteger contra o coronavírus.


A orientação da OMS se aplica a situações em que idosos e outros grupos vulneráveis não possam manter distância social de outras pessoas em meio à pandemia.


Entre os grupos mais vulneráveis que devem usar máscaras cirúrgicas além dos idosos, a OMS incluiu os cardíacos, os diabéticos, os imunossuprimidos, quem tem doenças crônicas do pulmão, câncer e doenças cerebrovasculares.


A nova orientação sobre o uso de máscaras médicas faz parte de uma mudança geral da OMS sobre máscaras.


A organização sempre indicou o uso de máscaras para profissionais de saúde, é claro. Mas, fora eles, aconselhava a utilização de máscaras apenas para pessoas com Covid-19 e com suspeitas da doença e seus cuidadores.


Afirmava não que havia evidências suficientes da eficácia do uso de máscaras por pessoas saudáveis para combater a transmissão do novo coronavírus.


Agora, a OMS afirma que as máscaras são uma barreira contra as gotículas que carregam o novo coronavírus, e sugere que todo mundo use máscaras de pano de três camadas quando não houver condição de manter a distância social necessária, como em ônibus e metrôs.


Veja mais: Máscaras, item essencial da cesta básica


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