• Sandra Carvalho

Esqueça Amsterdã. Veja onde se consome mais maconha

Nova York é a campeã da cannabis, com consumo ano de 77 toneladas métricas por ano.


Loja de maconha: em várias cidades, o consumo recreativo é legal | Foto: Get Budding/Unsplash

Amsterdã leva a fama, mas a capital mundial da maconha, pelo menos em consumo, é Nova York. O uso médico de cannabis é legal na cidade. O recreativo, não.


O ranking de consumo da maconha de 2018, ABCD 2018 Cannabis Price Index, foi feito pela agência de conteúdo alemã ABCD.


Depois de Nova York, as cidades que mais consomem a erva, segundo a ABCD, são Karachi, no Paquistão, e Nova Délhi, na Índia. No Paquistão, maconha é ilegal. Na Índia, a legislação é nebulosa (liberação parcial).



O estudo da ABCD também apontou qual a cidade que menos consome maconha no mundo: Cingapura. Lá o consumo anual não passa de 0,02 tonelada métrica.


Segundo o ABCD 2018 Cannabis Price Index, a maconha mais cara do mundo é vendida em Tóquio (custa 32,66 dólares por grama), Seul (32,44) e Quioto (29,65).


Em compensação, a erva sai bem barata em Quito (1,34 dólar por grama), Bogotá (2,2) e Assunção (2,22).


O ABCD 2018 Cannabis Price Index lista 120 cidades, ordenadas pelo preço da maconha, do maior para o menor. Duas cidades brasileiras entram na lista.


São Paulo aparece em 97º lugar, com preço de 6,38 dólares por grama do produto e consumo de 16,55 toneladas métricas por ano.


O Rio de Janeiro fica em 109º, com o grama saindo a 5,11 dólar, e consumo anual de 8,69 toneladas métricas.


Ambas as cidades aparecem como tendo liberado parcialmente a maconha, possivelmente por não haver pena de prisão no Brasil por posse de pequena quantidade de cannabis.


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