• Sandra Carvalho

Já dá para investir em maconha no Brasil. Legalmente, claro

Dois fundos de cannabis animam o mercado no momento.


Marijuana: mercado de 1,5 bilhão de pessoas | Foto: cc0 Julia Teichmann/Pixabay

A maconha está criando oportunidades de negócio no mundo todo desde que começou a ser legalizada em múltiplos países.


No Brasil, dois fundos já exploram essa onda, criados para dois tipos diferentes de investidores.


O Vitreo Canabidiol FIA IE, aberto no mês passado, é para o investidor com muito saldo no banco - só quem tem de 1 milhão de reais para cima de investimentos. Todas as suas aplicações são feitas nos Estados Unidos e no Canadá, onde o mercado de maconha tem mais músculos. O risco é alto.


O Vitreo Canabidiol Light, lançado este mês, é para o pequeno investidor - a aplicação mínima é de 5.000 reais. Para minimizar o risco, o fundo aplica 20% no seu irmão maior, o Vitreo Canabidiol FIA IE, e 80% em letras do Tesouro Selic. O risco é médio, e não é aplicação para curto prazo.


O mercado de maconha nos Estados Unidos e Canadá viveu um período de exuberância em 2018, com preços lá em cima até maio deste ano. Nos últimos seis meses, anda em baixa, de acordo com os dados do Marijuana Index.


Como o nome indica, os dois fundos abertos no Brasil são da fintech Vitreo, criada por veteranos estrelados do mercado financeiro.


Segundo avaliação da Vitreo para o ValorInveste , 22 países já usam canabidiol legalmente de alguma forma, o que significa um mercado de mais de 1,5 bilhão de pessoas.


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