• Sandra Carvalho

Metrô de São Paulo não tem cloroquina, mas tem clorexidina

Cabines de descontaminação começam a ser testadas em estações do Metrô.


Cabine na estação Tatuapé do Metrô | Foto: cc STM

O Metrô de São Paulo está testando cabines de descontaminação de pessoas, numa tentativa de barrar a propagação do novo coronavírus. Quem passa pelas cabines é borrifado com clorexidina, numa solução antisséptica da empresa Neobrax.


Por enquanto, apenas a estação Tatuapé recebeu duas cabines, mas haverá 25 no total, previstas para os próximos dias.


De acordo com a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, a descontaminação se dá em apenas quatro segundos e dura aproximadamente quatro horas.


A Neobrax, que produz a clorexidina, afirma que a substância não irrita a pele nem precisa ser enxaguada.


O Metrô também está fazendo simultaneamente outro teste, mas não com pessoas - trata-se de utilizar luz ultravioleta para higienizar os seus vagões. Nesse caso, os testes são sendo realizados com o IPT, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP.


A cidade de São Paulo já conta mais de 20 mil casos confirmados de Covid-19 e perto de 1.700 mortes causadas pela doença.


Quem passa pela cabine é borrifado com cloredixina | Foto: cc STM |

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