• Sandra Carvalho

Perto das 10 melhores universidades do mundo, como fica o Brasil?

A USP é a única universidade brasileira no ranking global das 300 melhores de 2020.


Universidade de Oxford: 41% dos alunos são de fora do Reino Unido | Foto: cc Jason Tong/Flickr

O pior dia do ano para as universidades brasileiras mais ambiciosas deve ser o dia em que sai o ranking das melhores universidades do mundo da Times Higher Education.


Entra ano, sai ano, só uma ou duas universidades públicas do Brasil se safam na lista com o orgulho intacto.


No ranking de 2020, divulgado esta semana, apenas a Universidade de São Paulo (USP) conseguiu um lugar entre as 300 melhores, com nota entre 46,9 a 50.



A Oxford, com 20 mil alunos, 41% estudantes internacionais, ficou mais uma vez em primeiro lugar. Outras duas universidades inglesas entraram no topo das 10 mais: Cambridge e Imperial College London.


O restante das vagas ficou com 7 universidades americanas, a começar pela Caltech, o Instituto de Tecnologia da Califórnia, que disparou no ranking de 2020.


Para as universidades brasileiras, foi dureza em geral. Mesmo a Unicamp, que costuma se destacar no grupo intermediário, este ano não entrou nem entre as 500 melhores do mundo. Ficou no pelotão entre o 501º e 600 lugar, com nota vermelha: entre 35,3 e 38,7.


Como educação e Ciência no Brasil andam em baixa, sem reconhecimento e sem dinheiro, classificações mais modestas não chegam a surpreender.


O ranking de 2020 lista 1.396 universidades de 92 países. Doze brasileiras, incluindo USP e Unicamp, entraram entre as 1.000 melhores. Outras 34 ficaram na lanterna.


A Times Higher Education avalia a qualidade do ensino e da pesquisa das universidades, as citações nas publicações acadêmicas, a opinião dos especialistas e a reputação internacional.


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