• Sandra Carvalho

Poliamor, o amor sem monogamia e sem mentiras

Relações românticas e sexuais múltiplas precisam ter a aprovação de todos os parceiros.


Poliamor: a palavra nasceu nos anos 90, nos Estados Unidos | Imagem: cc0 Alexei Hulsov/Pixabay

Um é pouco, dois é bom, três é demais? Nada disso, caso se trate de poliamor. Ele só acontece quando existem três pessoas (ou mais) se relacionando simultaneamente.


O Dicionário Oxford define o poliamor como a prática de ter múltiplos relacionamentos sexuais com o consentimento de todas as pessoas envolvidas.


O consentimento é chave: junto com a monogamia, o poliamor joga fora também as mentiras que tendem a acompanhar a infidelidade nos relacionamentos tradicionais.


Por alguns relatos de adeptos do poliamor, só não consegue jogar junto sentimentos de ciúme, porque afinal ninguém é de ferro.


O dicionário Merriam-Webster chama de poliamor o estado ou a prática de ter mais de um relacionamento romântico aberto ao mesmo tempo.


Há inúmeras variações de poliamor. Às vezes, só uma das pessoas do casal se relaciona com outra. Às vezes, três ou quatro pessoas se relacionam entre si, e até partem para uniões poliafetivas formais.


Poliamor vem da junção da palavra de origem grega poli (muito ) com a latina amor. O termo nasceu nos Estados Unidos, nos anos 90.


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