• Sandra Carvalho

Que tal um museu para celebrar o fracasso? Na Suécia tem

E com exemplos de fiascos da Apple, BIC, Google, Microsoft, P&G...


Samuel West: tirando fracassos debaixo do tapete | Imagem: reprodução Tom Scott/YouTube

Como diz Jeff Bezos, da Amazon, fracasso e invenção são gêmeos inseparáveis. Um não pode existir sem o outro. O mais novo museu sueco, o Museu do Fracasso, explora justamente essa relação entre a inovação e o fiasco.


O Museu do Fracasso abriu as portas hoje, em Helsinborg, uma pequena cidade da costa sueca, bem perto da Dinamarca, com dezenas de exemplos de produtos que malograram.


Entre eles, o N-Gage, híbrido de smartphone e sistema de game, da Nokia; a caneta Bic rosinha, para mulheres; o Windows 8 Pro, da Microsoft; o assistente digital Netwon, da Apple; o Google Glass; a Pringle's sem gordura, da Procter & Gamble (P&G).


"Entre 80 e 90% dos projetos de inovacão fracassam, e onde estão esses fracassos?", pergunta o psicólogo clínico Samuel West, curador e diretor do museu, num vídeo que apresenta sua coleção.


Ele mesmo responde: "As empresas varrem para baixo do tapete".


A ideia, segundo West, é botar esses fracassos em exibição e aprender com eles. (E se divertir um pouco, também, porque o fracasso, quando é alheio, tem seu lado engraçado.)


Veja alguns produtos expostos no Museu do Fracasso:



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