• Sandra Carvalho

Rebelião contra extinção, agora em quatro continentes

Para os ativistas, a humanidade poderá ser extinta se não resolver a crise ecológica.


Ativistas australianos da XR se fazem de mortos em manifestação em Melbourne | Foto: XR Austrália

A Rebelião da Extinção, também conhecida como XR, é um movimento de ação direta não violenta contra degradação ambiental do planeta. Está se espalhando rapidamente pelo mundo.


Os ativistas da Rebelião da Extinção se dizem convictos que pode haver um colapso ecológico na Terra e a humanidade se extinguir se providências urgentes não forem tomadas.


Suas manifestações de alto impacto, criativas e atrevidas, tornaram seu slogan - "Rebele-se pela Vida"- internacionalmente familiar.


O XR irrita muita gente com seu atrevimento. A polícia anterrorista do Reino Unido, por exemplo, classificou a ideologia do movimento de extremista, nivelando-o com grupos neonazistas e organizações islâmicas violentas.


A Extinction Rebellion foi criada por ativistas britânicos em 2018. Gail Bradbrook, biofísica molecular, é uma de suas cofundadoras.


Hoje o movimento tem braços em 57 países, inclusive no Brasil.


A XR defende a desobediência civil para forçar os governos a "dizer a verdade" sobre a crise ecológica atual e declarar emergência climática para agir rapidamente contra ela.


Baseados no aquecimento global e na perda de biodiversidade, os ativistas acham que a sexta extinção em massa da história da Terra está vindo aí.


Suas maiores manifestações até agora aconteceram em Londres, com as ruas do centro da cidade virtualmente paralisadas por vários dias e centenas de ativistas presos.


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