• Sandra Carvalho

Spam: como nasceu a praga dos e-mails

As mensagens comerciais indesejadas respondem por cerca de 52% do total de e-mails.


Caixa postal: o junk mail sucedeu a mala direta indesejada em papel | Foto: cc0 Pau Casals/Unsplash

Spam, na origem, é um enlatado de presunto americano. Spam, a praga que irrita qualquer usuário de e-mail, nasceu praticamente junto com a internet comercial.


Em 5 de março de 1994, dois advogados americanos distribuíram uma mensagem sobre green cards - os vistos para trabalhar nos Estados Unidos - a um grupo de discussão que não tinha nada a ver com o assunto.


Sem saber, davam origem a uma das práticas mais azucrinantes da internet - o envio de mensagens comerciais não autorizadas.


O spam já foi considerado um dos maiores males da internet - mas hoje, concorrendo com invasão de privacidade, roubo de dados e discurso de ódio, perdeu o antigo protagonismo.


O envio de malho comercial não solicitado por correio eletrônico, porém, continua massivo: chegou a 52% em 2018.


A maioria das mensagens sai de computadores da China (11,69%), Estados Unidos (9,04%) e Alemanha (7,17%). O Brasil entra em quinto lugar no ranking dos países que mais enviam spam, com uma porcentagem de 4,87%. Os dados são da Securelist.


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