• Sandra Carvalho

Um mergulho nos corais inimagináveis das ilhas Fênix

O navio de pesquisa Falkor explorou as águas profundas do arquipélago no Oceano Pacífico.


Cientistas do navio de pesquisas Falkor, do Instituto do Oceano Schmidt, mapearam 30 mil quilômetros quadrados do fundo do mar do arquipélago das ilhas Fênix, no Oceano Pacífico.


As imagens dos corais feitas nas profundezas do oceano são nada menos que espetaculares.

A expedição durou 34 dias, com 21 mergulhos e 182 horas de exploração do fundo do mar com o robô aquático SuBastian.


Entre as espécies marinhas raras detectadas estava o polvo de vidro, que é quase inteiramente transparente - as únicas partes visíveis são o nervo óptico, os olhos e o trato digestivo.


Polvo de vidro
Polvo de vidro: difícil de encontrar, ele é quase totalmente transparente | Foto: Schmidt Ocean Institute

As ilhas Fênix ficam quase inteiramente na República de Kiribati, ex-colônia britânica com aproximadamente 120 mil habitantes na região do Pacífico Central. A expedição deu atenção especial às duas ilhas Fênix que pertencem aos Estados Unidos, Howland e Baker.


O objetivo da expedição foi coletar culturas de micróbios e estudar os ecossistemas de corais e esponjas do fundo do mar. Confira algumas imagens da missão:


Imagens: Schmidt Ocean Institute

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#Corais