Você conhece o Tajiquistão? Até ele é mais competitivo que o Brasil

O Brasil fica em 80º lugar no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial.


Cenário desolador: o Brasil patina na hora de competir | Foto: Rodrigo Melo/Unsplash

Tajiquistão, Montenegro, Chipre... Pequenos países, de expressão econômica nula, estão à frente do Brasil em competitividade.


Isso é o que mostra o Índice de Competitividade Global 2017-2018, do Fórum Econômico Mundial (WEF), que saiu ontem, com análises de 137 países.


O Brasil ficou em 80º lugar no ranking, uma posição muito pior que cinco anos atrás (48ª) , mas ligeiramente melhor que a do ano passado (81ª).


O maior progresso, segundo o índice, foi feito em inovação. Evoluímos na capacidade de inovação em geral, com melhor qualidade de pesquisa científica, cientistas e engenheiros melhor treinados e maior integração entre universidade e empresas.


Ainda assim, no quesito inovação o Brasil ficou em 85º lugar, uma posição mais vulnerável do que as obtidas em outros rankings digitais.


Considerando apenas os países latino-americanos e caribenhos, quem se deu melhor no lista em inovação foi a Costa Rica. O país ficou em 43º lugar no ranking global de inovação.


Em tempo: o Tajiquistão, que ficou em 79º lugar no índice de competitividade, um à frente do Brasil, é um país muito interessante da Ásia Central, de 8,7 milhões de habitantes (população 24 vezes menor que a brasileira) , com PIB de 6,9 bilhões de dólares (260 vezes menor que o brasileiro), segundo os dados do índice.


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